· Mayara Moreira de Deus · 5 min read

Adenoidectomia em Goiânia — Dra. Mayara Moreira de Deus (Otorrinolaringologista Pediátrica)

Adenoidectomia em Goiânia — Dra. Mayara Moreira de Deus (Otorrinolaringologista Pediátrica)

Adenoidectomia em Goiânia: respiração livre e sono tranquilo para o seu filho

Quando a adenoide cresce além do normal, ela deixa de proteger e passa a atrapalhar. A criança começa a dormir de boca aberta, ronca, acorda cansada, repete resfriados e otites — e os pais percebem que algo não vai bem. A adenoidectomia é a cirurgia que devolve a passagem de ar pelo nariz nesses casos.

Em Goiânia, a Dra. Mayara Moreira de Deus, otorrinolaringologista com atuação em otorrinolaringologia pediátrica, acompanha cada etapa desse processo: da investigação do diagnóstico à decisão cirúrgica e ao pós-operatório, sempre com linguagem clara para a família e cuidado voltado ao universo infantil.

O que é a adenoide e por que ela precisa ser retirada?

A adenoide (também chamada de “carne esponjosa”) é um tecido linfático situado atrás do nariz, no teto da garganta. Nos primeiros anos de vida, ela participa das defesas do organismo. Com o tempo, tende a regredir naturalmente.

O problema aparece quando esse tecido cresce de forma desproporcional ao espaço disponível e passa a bloquear a respiração nasal e a comunicação entre nariz e ouvidos. A partir daí, surgem consequências que vão muito além do nariz entupido:

respiração predominantemente pela boca, dia e noite; roncos, sono agitado e pausas respiratórias (apneia obstrutiva); infecções de repetição em vias aéreas e sinusites; otites frequentes e acúmulo de secreção no ouvido, com queda na audição; irritabilidade, sonolência diurna e queda no rendimento escolar; alterações no crescimento da face e no posicionamento dos dentes, quando o quadro se prolonga.

A cirurgia entra em cena quando esses sintomas se tornam persistentes e o tratamento clínico já não é suficiente.

Como a Dra. Mayara avalia a indicação cirúrgica:

Nenhuma criança vai para a sala cirúrgica sem uma investigação que justifique a decisão. A avaliação costuma envolver:

História clínica detalhada — como a criança dorme, respira, come e adoece ao longo do ano. Exame otorrinolaringológico completo, incluindo nasofibroscopia quando indicada, para medir o grau real de obstrução. Exames complementares conforme o caso — radiografia de cavum, avaliação auditiva (audiometria e imitanciometria) e, em situações selecionadas, polissonografia. Conversa com a família sobre alternativas, riscos, benefícios e o momento adequado para operar.

Muitos casos leves melhoram com tratamento clínico e acompanhamento. A adenoidectomia é indicada quando o benefício para a respiração, o sono e a audição supera com folga os riscos do procedimento.

Como é feita a adenoidectomia?

É uma cirurgia de curta duração, realizada em ambiente hospitalar, sob anestesia geral conduzida por anestesista com experiência em pacientes pediátricos.

Acesso pela boca: não há cortes na pele nem cicatrizes visíveis. Remoção do tecido adenoideano com técnica e instrumental adequados a cada caso, sob visualização direta. Duração média: cerca de 30 a 45 minutos. Alta hospitalar: na maioria das vezes no mesmo dia, após período de observação.

Quando as amígdalas também estão aumentadas ou infeccionam com frequência, a adenoidectomia pode ser realizada no mesmo tempo cirúrgico da amigdalectomia. Em casos com secreção persistente no ouvido, pode ser associada à colocação de tubo de ventilação.

O que melhora depois da cirurgia?

Os pais costumam notar mudanças já nas primeiras semanas:

Nariz desobstruído, com retomada da respiração nasal. Sono mais profundo e silencioso, com redução ou fim do ronco e das pausas respiratórias. Menos episódios infecciosos de vias aéreas e de ouvido. Audição preservada, pela melhora da ventilação do ouvido médio. Mais disposição durante o dia, com reflexos no humor, no apetite e na escola.

Em crianças, a melhora respiratória ainda favorece o desenvolvimento adequado da face e da arcada dentária, especialmente quando a cirurgia é feita no tempo certo.

Recuperação: o que esperar dos primeiros dias

O pós-operatório da adenoidectomia isolada costuma ser tranquilo, com retorno às atividades habituais em poucos dias. As orientações gerais incluem:

Alimentação leve e fria ou morna nos primeiros dias, evitando alimentos duros, ácidos e muito quentes; Hidratação frequente, que alivia o desconforto e acelera a recuperação; Repouso relativo, sem esforço físico intenso, educação física ou natação por cerca de 7 a 14 dias; Uso correto das medicações prescritas para dor e cuidado nasal; Retorno ao consultório para reavaliação, conforme agendamento.

É comum haver mau hálito passageiro, voz levemente diferente e ronco residual nos primeiros dias, por conta do edema local. Sangramento, febre alta ou recusa persistente de líquidos exigem contato imediato com a equipe.

Quando procurar uma avaliação

Vale marcar consulta com otorrinolaringologista se a criança:

dorme de boca aberta, baba no travesseiro e acorda cansado; ronca quase todas as noites ou apresenta pausas na respiração durante o sono; vive resfriado, com nariz entupido fora dos períodos de infecção; tem otites de repetição ou parece não escutar bem; fala com voz anasalada ou tem dificuldade para mastigar e engolir; apresenta queda de rendimento escolar associada a sono ruim.

Quanto mais cedo o diagnóstico, maiores as chances de evitar repercussões sobre audição, crescimento facial e desenvolvimento.

Perguntas frequentes sobre adenoidectomia

A adenoide pode voltar a crescer depois da cirurgia? É incomum, mas possível, sobretudo em crianças operadas muito pequenas. O acompanhamento periódico identifica esses casos.

Retirar a adenoide enfraquece a imunidade? Não. O sistema imunológico conta com outros tecidos que assumem essa função. Na prática, muitas crianças adoecem menos após a cirurgia, por respirarem melhor.

A partir de que idade a cirurgia pode ser feita? Não há uma idade fixa: a indicação depende da intensidade dos sintomas e do impacto na saúde, e é definida individualmente.

A adenoidectomia é dolorosa? Quando realizada isoladamente, o desconforto costuma ser leve e bem controlado com analgésicos comuns. Associada à retirada das amígdalas, a recuperação tende a ser mais sensível.

Agende sua consulta em Goiânia

Se o sono do seu filho não é tranquilo, se o nariz vive entupido ou se as infecções se repetem, a avaliação especializada é o primeiro passo — e nem sempre termina em cirurgia.

Dra. Mayara Moreira de Deus — otorrinolaringologista pediátrica em Goiânia. Atendimento acolhedor, diagnóstico criterioso e condutas explicadas com clareza para toda a família.

Agende uma consulta e devolva ao seu filho noites de sono tranquilas.

Conteúdo de caráter informativo. O diagnóstico e a indicação de qualquer tratamento dependem de avaliação médica individual.

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